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A mistura de ska e frevo dá…

Foto: Icaro Limaverde

Sempre procuro fazer vídeos dos shows que frequento, um costume divertido que já me foi muito útil. No final do ano passado fiz uma coletânea com todas as apresentações que assisti durante o ano todo, foi um repertório completo do meu ano musical de 2009 que pretendo em breve postar aqui, um tanto atrasado, admito. Algumas semanas atrás assisti ao show dos pernambucanos da Ska Maria Pastora. Conheci o trabalho da banda por meio do Leo Oroska, conhecido já da Guardaloop e DizMaia, mais ou menos um ano atrás quando fazia matérias para o Dona Augusta.


A primeira apresentação da banda Ska Maria Pastora em São Paulo. Dona Augusta foi prestigiar os amigos pernambas… SKA + FREVO!

No bar de luz baixa e palco aconchegante estavam Leo Oroska (Percussão), Deco Trombone, Victor Magall, Jayme Monteiro (Guitarra), Sanzyo Rafael (Bateria), Leo Vinesof (Teclado), Valdir Pereira (Baixo), Augusto França (Trompete) e Edson Faro (Sax). Todos sorridentes, ansiosos pela estreia. Como cortesia, ainda chamaram integrantes da banda que se apresentou antes deles para tocarem uma música juntos – pura improvisação fanfarrona. Fui contagiada pelo ritmo e me levantei para dançar e assistir melhor o show. Boa noite de skafrevo no Bleeker St.

Maquinando o que vai fazer hoje?

Hoje tem show do Maquinado no Studio SP, uma das melhores alternativas para ver shows na Rua Augusta no momento. Sempre traz bandas legais e cobra preço justo, bem mais baratos do que ingressos em casas de shows mesmo. Nunca vi um show do Maquinado mas acompanho a banda desde seu começo e hoje quero ver ao vivo como ficam as canções do CD novo deles, o Mundialmente Anônimo. É liderada por Lúcio Maia, do Nação Zumbi, que neste projeto consegue fazer um som mais pesado, abusar mais da guitarra e cantar com mais segurança do que no cd anterior, Homem Binário.

Uma das faixas que mais acho curiosa é “SP” pelas guitarras irritadas, pela batida mais densa e pelas sirenes de fundo. Recife é a casa do Maquinado, mas São Paulo representa um cenário muito importante não só para a banda mas como para muitos músicos pernambucanos. São Paulo acolheu com tanta sede a música de mangue, de frevo, a rabeca e Chico Science que hoje quem canta músicas de bandas pernambucanas brinca que canta pernambuquês.

O Mundialmente Anônimo está disponível para download aqui e o Homem Binário aqui.

Maquinado – Studio SP
Rua Augusta, 591
R$25/R$15 Lista
Porta 23h/Show 1h

Nouvelle Vague – a banda – na Clash

Na década de 1960 o cinema francês criou o que conhecemos como Nouvelle Vague – a ideia era contestar a forma de fazer cinema na época. Mas estamos falando da banda mesmo. A Nouvelle Vague que se lançou em 2004, querendo mostrar que a França era uma de suas grandes influências artísticas. É um sonzinho gostoso de ouvir em quase todas as ocasiões, inclusive na Clash Club, onde eles vão se apresentar no próximo dia 29 de abril.

Para estas apresentações no Brasil, a brasileira Karina Zeviani e a belga Helena Nogueira foram as escolhidas para ficar nos vocais, acompanhadas de Marc Collin (teclado), Thibaut Barbillon (guitarra), Spencer Cohen (bateria) e Valente Bertelli (baixo).

Além da apresentação do dia 29, eles estarão no Rio de Janeiro/RJ dia 30 no Circo Voador e dia 1 de maio no Mercado Eufrásio Barbosa, em Recife/PE. Em São Paulo, os ingressos, que custam R$100, estão a venda nos seguintes locais:

Loja Pop Up Store – R. Oscar Freire, 512. Aceita todos os cartões de débito e crédito, e dinheiro; não aceita cheques e não vende meia-entrada.

Chilli Beans – Shopping Pateo Paulista – R. Treze de Maio, 1.947. Somente dinheiro. Vende meia-entrada.

Chilli Beans – Shopping Morumbi – Av. Roque Petroni Jr., 1.089. Somente dinheiro. Vende meia-entrada.

Clash Club – R. Barra Funda, 969. Tel: 3661-1500. 800 pessoas. 22h30 (a casa abre às 21h).

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