ColdCold
Primeiro uma fila enorme, depois acúmulo de manobristas do valet, fumantes e fura-filas que estavam na lista vip e não queriam pegar a fila gigante: a fórmula mágica da balada que já bodeia antes mesmo de começar. Dona Augusta só queria fotografar, ver a apresentação da Swetie Bird e pegar a revista que estava sendo lançada naquela noite, a OE, Outro Estilo, com Mayra Dias Gomes na capa. Certeza que a hostess tinha problemas pois ela discutia um a um o valor de entrada. Para amigos era R$7, depois me informaram que custava R$40, mas com nome na lista era R$20, mas Bruno Bonassi acabou pagando R$30 pois a hostess anunciou um pouco dispersa com as amigas que lambiam os beiços olhando para a lista vip que o nome dele não estava na lista de desconto da festa, mesmo Dona Augusta tendo enviado um e-mail na hora do almoço para incluí-lo na lista de R$20. Ou o e-mail não serve para nada ou a mocinha precisa de óculos.
Adentrando o salão, tapete na parede e cortinas de um tecido diferente, meio emplasticado, e um teto pelado, no concreto. Ao descer as escadas para a pista-porão, aprecie o pavão empalhado de mal gosto. Bar simpático lá embaixo. Comandando muito bem o balcão está aquele loiríssimo fortinho que trabalhava no Studio SP, e a coisa se repetiu no andar de cima. A vodka nacional custa R$10, cerveja long neck R$7… E fumantes pagam antecipado. Nem me atrevi a me informar qual é o sistema para sair para fumar: ninguém sabia de nada.
Tanto não sabiam de nada que estávamos Dona Augusta, Belmiro e Bruno Bonassi perdidos procurando o responsável que liberasse as comandas para que pudéssemos sair. Como optamos todos pela comanda de fumante, já tínhamos pago tudo antecipadamente e por isso era apenas pegar o ticket pass e ir embora. Até agora não descobri onde consigo me livrar da comanda em forma de cartão para podermos ir embora. A situação era tão irritante que seguir o fluxo foi a melhor maneira de ver novamente a rua. Em certo momento o segurança até perguntou se estávamos saindo para fumar. Respondi que não, que estava indo embora, esperando que em algum momento alguém me pedisse o ticket de saída. Cheguei em casa com três comandas de fumantes zeradas em casa. Ninguém me abordou. Quem afinal cuida da entrada e saída de pessoas?
Chovia torrencialmente quando Dona Augusta saiu da HotHot em sequestro cnematográfico dos cartões da balada.
Ah! A revista OE é ótima, mas tem problemas de diagramação e fotografia. A pauta do tatuador fala de uma nova técnica que o cara usa de entalhar madeira desenhos de tatuagem, tipo um Ed Hardy na madeira, mas a foto principal da matéria é uma de estúdio do próprio tatuador. A obra mesmo, a técnica nova, qualquer ilustração que seja sobre o trabalho em madeira, não tinha aboslutamente nenhuma foto. Mayra Dias Gomes retwittou nossa foto da capa da revista em seu Twiiter, lá de LA.
Moral: comprem a revista, passem longe da boate.
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Veja só, estou eu aqui em forma fotográfica nesse site genial!
Eu posso contar o segredo da comanda! Você pode levá-lo embora mesmo, pois é como se fosse um cartão que você compra crédito. Chegam no caixa, colocam, vai, 20 reais, por exemplo, e consomem livremente, sem ter que pegar a fila do caixa novamente para ir embora. O cartão fica com você, caso queira voltar, é só seguir o mesmo esquema: compra o crédito e consome no balcão.
Como eu não sou fumante, não sei dizer sobre o caso fila de fumantes, mas quando fui embora, tinha uma fila de garotas esperando alguns voltarem de lá de fora para fumar. Era no próprio corredor de entrada.
Beijão!
SE A LISTA DA REVSITA NÃO TIVESSE ATRASADO NAO TERIA FILA NA PORTA..PERGUNTE PARA O PROPRIO DONO DA MESMA!