Tag ‘design’
O trabalho de Mat Maitland
Mat Maitland faz posters dos mais coloridos, cheios de influência pop e de elementos étnicos e da arte contemporânea. E quando alguém trabalha para Madonna, Prince, Michael Jackson e Pet Shop Boys pode apostar que ele bomba, hypa ou fica muito famoso, o que você preferir. Daí para fazer a campanha da Bienal de Arte Contemporânea de Liverpool não foi nenhum salto muito distante. Não é por acaso.
Anos 80 punk Warhol
Legal a mistura em uma lata que tem bico de spray e rótulo de sopa de tomate. O autor tem o codinome engraçado de Mr. Brainwash. Todas as 50 telas existentes são exclusivas porque o acabamento é feito em spray. E o preço é justo: U$150. Fica uma lata de sopa mais alongada, deu uma esticada no desenho todo. E o bico entopido do spray faz espirrar pra tudo quanto é lugar a tinta louca pra sair do tubo. Mas essa de reeditar obras já bastante conhecidas é uma das característiscas do autor.
Cheguei na página do Mr. Washbrain por causa da divulgação da nova capa de um CD da Madonna, uma coletânea com mais duas músicas inéditas. Ele se fundamentou em fotos da Madonna em diferentes épocas, jogou spray e deu uma renovada no cabelo da Mariryn Monroe. Ficou uma Madonna anos 80 punk warhol. Entre os estudos tem até um lambe-lambe em folha de jornal. Como prévia, divulgou três teasers de 5 segundos usando forte o CMYK e stencils de bolinhas.
O conceito do Dona Augusta é mais ou menos isso, a diferença é que foi lançado em março de 2009, quase seis meses antes da campanha do cara. Tem combinações diferentes de cores e mistura bem a parte tecnologia e redes sociais, com layout que tende mais para o formato blog; desde os jogados de tinta nas laterais à cachoeira de textura numa madrugada azul que começa a clarear. A movimentação dos slides na home do Dona Augusta tem o mesmo ritmo da entrada das imagens Madonna versões azul-amarelo-rosa. Isso mostra que acertamos na mão. Layout e artes todas elaboradas pelo Studio Bonassi, que encontrou o tempo onde se encontram dia e noite, céu e e arranha-céu sem seguir tendência. A própria escolha de cores, contrastando tons quentes com azul claro lembra o que foi produzido na capa do disco. Os caras têm uma produtora, mas também fazem ilustrações em papel fotográfico para o público. Tem tudo isso no site www.bonassi.com.br.
Agora aos domingos também
O Sonique anunciou hoje que passará a abrir a casa também aos domingos, seguindo mais ou menos a linha do Tapas, com uma programação que começa às 19h, apesar de continuar seguindo a linha da música eletrônica para pista. Segundo eles, para dar um contorno Day Club ao bar-balada. Quem toca neste domingo, dia 10, são os DJsFerris, Tom Keller, Magui, Mau Liuzi, Marcelo Sá e Tuc.o, e o DJ residente Du Carrasco como anfitrião.
Parece que o Sonique, que inaugurou em fevereiro, tem feito sucesso. Passei por lá em uma terça feira de frio e a pista estava lotada de gente, aniversário rolando e um movimento com cara de sexta-feira.
Não é à toa porque achei o lugar bem legal.Claro que lá aparece um pessoal mais arrumado. Lá ninguém faz esquenta no Charm, se é que você me entende. Mas ainda assim é legal se você quer variar um pouco a noite. A música eletrônica é boa, mas não acredito que o público vá propriamente falando para ouvir o som, mas sim porque a fama do Sonique está indo longe, conquistando públicos de outras regiões. Na sexta-feira do dia 24 de abril o Reynaldo Gianecchini foi curtir a balada lá…
Logo de cara dá pra perceber que os caras tomaram cuidado em fazer festas bem profissionais, com seguranças nas portas para mediar as pessoas até chegarem aos caixas para a retirada da comanda… É um corredor que parece uma vitrine, e lá de fora, se passar de carro, consegue ver o que está se passando nesse primeiro espaço do Sonique. Outro ponto que achei bem diferente do espírito Baixo Augusta foi a presença do assessor de imprensa até umas 22h, para receber os jornalistas, acompanhá-los pela balada, mesmo que seja só para fotografar.
Um ponto negativo foi uma confusão com o estacionamento do lugar, não sei até agora por culpa de quem, mas foi chato. Enquanto fazia uma hora na porta do Sonique pude ver pessoas deixando seus carros no meio da estreita Bela Cintra para que fossem estacionados pelo vallet, que estava lotado. Daí a confusão: trânsito, desencontros (porque os donos dos carros já haviam entrado na balada) e uma fila enorme de carros esperando os bonitões liberarem a passagem.
Mas a balada é bonita é para aqueles que estão dispostos a conhecer um lugar novo, agora também aos domingos.












